As excessivas explicações dos pais não fazem senão aumentar os temores da criança , você deve saber que não é benéfico para ela falar sobre o novo irmão com tanta antecedência , apesar do que comumente se acredita .Entre os dois e os 5 anos , não sabem o que significa o bebê por isso se aconselha que o casal tenha o segundo filho nesse período para que as crianças possam crescer juntos passado dessa idade vocês pais terão que lidar com uma serie de explicações sobre o novo membro da família
QUAIS SÃO OS PRIMEIROS SINAIS QUE A CRIANÇA DEMOSTRA ?
Pesadelos: se o ressentimento com os irmãos não pode ser expresso, os pais o proíbem e restringem as tentativas de que seja verbalizado e as crianças podem sofrer fortes pesadelos. Esta é a forma que a criança tem de expressar por imagens o que não pode ou teme fazer com palavras.
Regressões: se tornam
agressivas.
Mudanças de comportamento: estas reações são mais patentes em casa. Começam a quebrar ou atirar coisa no chão, roem as unhas etc. Procuram estratégias para diminuir a ansiedade que esta nova situação produz.
Má relação com a mãe: enquanto não conseguimos identificar os ciúmes, estes não são evidentes, já que a criança mostra uma conduta afetuosa com o bebê, mas cresce a má relação com a mãe.
Mudanças de comportamento: estas reações são mais patentes em casa. Começam a quebrar ou atirar coisa no chão, roem as unhas etc. Procuram estratégias para diminuir a ansiedade que esta nova situação produz.
Má relação com a mãe: enquanto não conseguimos identificar os ciúmes, estes não são evidentes, já que a criança mostra uma conduta afetuosa com o bebê, mas cresce a má relação com a mãe.
O
que podemos fazer para ajudar nossos filhos?
1.
Não dar o mesmo tratamento aos irmãos
Ser justo não significa
tratá-los do mesmo modo, nem chamar à atenção da mesma maneira, mas saber
distinguir as diferenças e tratá-los de acordo com elas. É possível, por
exemplo, que um dos seus filhos precise de maior rigidez e correções, enquanto
o outro pode ficar chateado com as mesmas palavras.
Alguns pais, para evitar qualquer atitude de ciúmes, castigam constantemente. Outros fazem malabarismos para que a criança não sinta ciúmes. Evitam que veja o bebê em situações íntimas e tentam convencê-la de que gostam de todos igualmente.
Outros, na luta contra os ciúmes, dão os mesmos presentes aos filhos, vestem-nos da mesma maneira, falam com as mesmas palavras, levam-nos aos mesmos acampamentos, etc.
A uniformidade acaba por ser injusta; nada diminui o desejo de exclusividade da criança.
Aprender a compartilhar é um processo longo que parte do reconhecimento de que os ciúmes são inevitáveis e devem ser enfrentados de frente.
Alguns pais, para evitar qualquer atitude de ciúmes, castigam constantemente. Outros fazem malabarismos para que a criança não sinta ciúmes. Evitam que veja o bebê em situações íntimas e tentam convencê-la de que gostam de todos igualmente.
Outros, na luta contra os ciúmes, dão os mesmos presentes aos filhos, vestem-nos da mesma maneira, falam com as mesmas palavras, levam-nos aos mesmos acampamentos, etc.
A uniformidade acaba por ser injusta; nada diminui o desejo de exclusividade da criança.
Aprender a compartilhar é um processo longo que parte do reconhecimento de que os ciúmes são inevitáveis e devem ser enfrentados de frente.
2.
Evitar comparações
Um
filho não é igual ao outro, nem podem ser comparados. Cada um é diferente,
único, especial e isso é o que temos de ressaltar. Convêm explicitar as
características que os tornam especiais abertamente.
Ajudá-los a compreender as diferenças de idade e sexo é útil para solucionar a situação. Alguns manifestam o seu mal-estar: “Você não gosta mais de mim”, “A mim, você não pega no colo”, “Eu também quero chupeta” ou perguntam se é possível devolver o bebê para o hospital.
Ajudá-los a compreender as diferenças de idade e sexo é útil para solucionar a situação. Alguns manifestam o seu mal-estar: “Você não gosta mais de mim”, “A mim, você não pega no colo”, “Eu também quero chupeta” ou perguntam se é possível devolver o bebê para o hospital.
Nestas ocasiões, deve-se
evitar dar demasiadas explicações. Deste modo, em vez de dizer: “Gostamos de
todos igualmente”, é melhor dizer: “Como não vamos gostar de você, se é o nosso
primeiro filho! Você é único e especial para nós; somos muito felizes porque
você é nosso filho!”
Amar cada filho de forma diferente porque cada um é especial e único: não se deve esconder esse fato. A chave está na qualidade, não na igualdade. A “igualdade” acaba sendo injusta. É legítimo que o mais velho tenha alguns privilégios que dependam da idade. Se a nossa conduta é clara e transparente, evitará medos desnecessários.
3. Ajude-o a verbalizar os seus sentimentos
A possibilidade de verbalizar os sentimentos, com palavras e com desenhos, ajuda-os a eliminar sentimentos negativos. É preciso escutá-los sem recriminar seus sentimentos, reservando para eles um espaço exclusivo de confidências e carinhos. Pode ser no momento de dormir, por exemplo.
Nossa posição deve ser a de observá-los com olhos compreensivos: é melhor que o seu desgosto seja manifestado de forma simbólica, desenhando ou projetando-o sobre um brinquedo; que não seja guardado e o reprima. Depois, pode ser dito: “Da próxima vez que você se irritar com o seu irmão, conte para mim. Mamãe vai escutar você.”
Amar cada filho de forma diferente porque cada um é especial e único: não se deve esconder esse fato. A chave está na qualidade, não na igualdade. A “igualdade” acaba sendo injusta. É legítimo que o mais velho tenha alguns privilégios que dependam da idade. Se a nossa conduta é clara e transparente, evitará medos desnecessários.
3. Ajude-o a verbalizar os seus sentimentos
A possibilidade de verbalizar os sentimentos, com palavras e com desenhos, ajuda-os a eliminar sentimentos negativos. É preciso escutá-los sem recriminar seus sentimentos, reservando para eles um espaço exclusivo de confidências e carinhos. Pode ser no momento de dormir, por exemplo.
Nossa posição deve ser a de observá-los com olhos compreensivos: é melhor que o seu desgosto seja manifestado de forma simbólica, desenhando ou projetando-o sobre um brinquedo; que não seja guardado e o reprima. Depois, pode ser dito: “Da próxima vez que você se irritar com o seu irmão, conte para mim. Mamãe vai escutar você.”
( Maria Luisa Ferrerós, autora dos
libros "Sí, mamá" e "Pórtate bien")
FICA A DICA GALERA
BJOS DRI APARECIDA
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