quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

CIÚME DO IRMÃO MAIS NOVO PODE SER AMENIZADO


Um dia a atenção está toda voltada para ele e, após a chegada do caçula, o irmão mais velho perde o trono de filho único. Aí não tem jeito, o ciúme pode bater na porta da sua casa. Vamos bater um papo por aqui e aprender a lidar com essa novidade.
Com o nascimento do irmão caçula, sentir um pouquinho de ciúmes é inevitável. Eu mesma passei por essa situação, pois meu irmão nasceu quando eu tinha nove anos. Uma idade difícil na vida da criança para que ela compreenda a mudança na família. Nessa fase ela se relaciona com o exterior ainda através dos pais e, sendo assim, precisa de uma boa demanda de tempo e atenção.
Para ajudar a criança a entender essa nova fase da família é preciso muita atenção e uma dose extra de paciência. Há casos em que o irmão mais velho pede para mamar no peito novamente, depois da chegada do caçula, A chave para lidar com essa situação está no envolvimento com a chegada do mais novo membro da família. Geralmente o ciúme é mais acirrado quando nasce outro irmão do mesmo sexo. Nesse caso, fica difícil separar o que é de um e do outro, pois os gostos são parecidos e aí as crises de ciúmes são um caso sério.
No entanto, atitudes simples fazem a diferença nessa circunstância. Confira abaixo algumas dicas.

COMPARTILHE SEUS SENTIMENTOS COM A CRIANÇA

"Nada como uma conversa". Essa é uma frase que funciona quando colocada em prática. Desejar a chegada de mais um membro da família deve ser um sentimento compartilhado com o seu filho(a), afinal a mudança acontecerá na vida de todos. Bianca Paradela,mãe da Luisa de 5 anos e do Léo de 3 meses, disse que Luisa pediu um irmão. E que deixar a pequena participar dessa escolha é uma importante forma de respeitar também este momento dela, já que seria mais um membro da família da qual ela faz parte.
Também é interessante explicar que o bebê exigirá um cuidado especial. "Antes mesmo de engravidar eu explicava que teria que amamentar e dar atenção ao novo membro. Também dizia que faria com a criança tudo que fiz com ela quando bebê"

INCENTIVE O CUIDADO COM O IRMÃO MAIS NOVO

Que tal chamar o filhote para ajudar a trocar a fralda do pequeno? Ele (a) pode ajudar pegando a fralda, ou na hora do banho, esfregando as costas do bebê. E no final da tarefa, dê um estímulo positivo e diga que sem ele(a) você não teria conseguido fazer.

RESPEITE SEU TEMPO

Às vezes a culpa vem da mãe que se sente triste por não poder dar a mesma atenção ao filho mais velho ou por não conseguir dar ao filho mais novo a mesma atenção que deu para o primogênito. Elaborar essa mudança também é tarefa dos pais para poder curtir os seus filhos sem culpa.

ENVOLVA A CRIANÇA NA GESTAÇÃO

O ideal é envolver a criança  a participar da gravidez. Escolher o enxoval, participar de um ultrassom, passar creme e conversar com a barriga ajudam o pequeno a entender que o irmão está chegando

(espero que tenham gostado galera beijos)
Dri Aparecida 




O PERDÃO!!!!!!!!!!!!

Todos nós buscamos a felicidade. Mas que felicidade é essa que quanto mais se procura mais distante fica? Para que realmente a encontremos é necessário conhecermos a nós mesmos e colocarmos em prática a nossa reforma íntima, ou seja, a renovação das nossas atitudes.Como nos mostra Miramez em Horizontes da Mente, o PERDÃO é um fato, sem que exista discussão sobre o assunto, pois se fundamenta no amor e é sustentado pela caridade, sem insultar a lei da justiça.
Infelizmente, nosso conceito de perdão pode limitar ou dificultar a nossa capacidade de perdoar. Dizem que perdoar é coisa de gente fraca , medrosa, boba. Possuímos crenças negativas de que perdoar é aceitar de forma passiva tudo o que nos fizeram. Achamos que perdoar é aceitar agressões, desrespeito aos nossos direitos. Muitos afirmam: "eu não levo desaforo para casa!..." Somos alguns destes?

Será que a pessoa que perdoa demonstra fraqueza de caráter? Temos a certeza que não. Aliás esta certeza não é nossa, mas do Cristo que nos recomendou e viveu o perdão incondicional. E não consta que o Mestre tenha demonstrado em Sua vida fraqueza de caráter. Alguns até pensaram que ele era meio fraco, já que quando perseguido e açoitado, não esboçou qualquer gesto de reação e no auge do seu martírio ainda foi capaz de pedir ao Pai que perdoasse os seus ofensores.
Até hoje ninguém lembra daqueles que o crucificaram, mas o nome do "imaginado fraco", do grande pacificador, cruzou os mares, venceu a linha do tempo, ficando conhecido em todo o mundo, a tal ponto de dividir a história da humanidade em antes e depois Dele.Não existe uma razão plausível para não perdoar, mas existem muitas razões para exercitarmos o perdão. Vamos ver algumas delas?
A primeira razão para perdoar encontra-se na constatação de que todos nós ainda somos imperfeitos. Não há ninguém, no atual estágio do planeta Terra, que tenha atingido a perfeição, por isso, o erro faz parte das nossas vidas. .
Então, se alguém nos ofende, não o faz por maldade, mas por ignorância. Ignorância, significa, que quem nos ofendeu ignora, ainda não aprendeu a lição do respeito. Somente quem tem a visão da imortalidade do espírito pode compreender a trajetória que todos nós realizamos, passo a passo, degrau a degrau.
Um exemplo simples: se déssemos a um aluno do Primeiro Grau uma equação algébrica para ele resolver, dificilmente conseguiria e nem por isso seus professores ficariam decepcionados com ele. Simplesmente entenderiam que ele não estava em condições de resolver o problema. Ele ainda era ignorante em álgebra. Futuramente não será mais.Sendo assim, haveremos de aceitar as pessoas como elas são; cheias de virtudes e defeitos. Não há perfeição, ainda somos imperfeitos. Vamos sair da ilusão de que os outros devem ser perfeitos, principalmente quando agem conosco.
Muitos dizem: "Ah, eu me desiludi com aquela pessoa". É claro! Sabem porquê ? Porque se iludiram com ela, pensando que esta seria perfeita o tempo todo. Provavelmente, notaram muitas virtudes e aí passaram a imaginar que aquela pessoa era um "anjo caído do céu", mas quando esta mostrou os seus defeitos, veio a desilusão, o engano, a decepção. Aí, muitos dizem que não conseguem perdoar porque estão muito magoados. Porém, o problema não está no outro, pois era previsível que por mais especial que esta pessoa fosse, um dia acabaria agindo de forma diferente daquela que esperávamos. O erro está em nós, que não aceitamos as pessoas como elas são.Será que estamos aceitando as pessoas como são? Será que não estamos esperando muito dos outros? Será que estamos esperando lidar com seres angélicos num planeta de provas e expiações?
Podemos dizer: Sem Aceitação, Não há Perdão!
Nos aceitando e aos nossos irmãos como eles são, nossos relacionamentos ficarão melhores. Sabem porquê? Porque não haverá tanta cobrança, tanta expectativa. E quando eles ou nós errarmos, e eventualmente nos prejudicarmos, haveremos de lembrar do Mestre Jesus, que perdoou a todos, exatamente porque aceitou a cada um de nós do jeitinho que somos.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

MINHA ESCRITORA PREFERIDA

GENTE MINHA ESCRITORA PREFERIDA PRA NÃO DIZER A MELHOR ESCRITORA DO MUNDO E A THALITA REBOUÇAS ,
VOU DEIXAR AQUI PRA VOCÊS UM LINK ONDE VOCÊ VAI ENCONTRA  TUDO SOBRE ELA   FICA A DICA

http://www.thalita.com/site/index.php?option=com_content&view=article&id=68&Itemid=34


TENHO UM IRMÃOZINHO OS PRIMEIROS CIUMES

A Chegada de um bebê não é uma boa notícia para o príncipe ou princesa destronados, ainda que seus pais estejam radiantes .A criança vive uma crise ante a chegada do novo irmão , sente-se desorientada e ate atemorizada com a ameaça que se aproxima 
As excessivas explicações dos pais não fazem senão aumentar os temores da criança , você deve saber que não é benéfico para ela falar sobre o novo irmão com tanta antecedência , apesar do que comumente se acredita .Entre os dois e os 5 anos , não sabem o que significa o bebê por isso se aconselha que o casal tenha o segundo filho nesse período para que as crianças possam crescer juntos passado dessa idade vocês pais terão que lidar com uma serie de explicações sobre o novo membro da família 


QUAIS SÃO OS PRIMEIROS SINAIS QUE A CRIANÇA DEMOSTRA  ?
 Pesadelos: se o ressentimento com os irmãos não pode ser expresso, os pais o proíbem e restringem as tentativas de que seja verbalizado e as crianças podem sofrer fortes pesadelos. Esta é a forma que a criança tem de expressar por imagens o que não pode ou teme fazer com palavras.
Regressões:  se tornam agressivas.
Mudanças de comportamento: estas reações são mais patentes em casa. Começam a quebrar ou atirar coisa no chão, roem as unhas etc. Procuram estratégias para diminuir a ansiedade que esta nova situação produz.
Má relação com a mãe: enquanto não conseguimos identificar os ciúmes, estes não são evidentes, já que a criança mostra uma conduta afetuosa com o bebê, mas cresce a má relação com a mãe.
O que podemos fazer para ajudar nossos filhos?
1. Não dar o mesmo tratamento aos irmãos
Ser justo não significa tratá-los do mesmo modo, nem chamar à atenção da mesma maneira, mas saber distinguir as diferenças e tratá-los de acordo com elas. É possível, por exemplo, que um dos seus filhos precise de maior rigidez e correções, enquanto o outro pode ficar chateado com as mesmas palavras.
Alguns pais, para evitar qualquer atitude de ciúmes, castigam constantemente. Outros fazem malabarismos para que a criança não sinta ciúmes. Evitam que veja o bebê em situações íntimas e tentam convencê-la de que gostam de todos igualmente.
Outros, na luta contra os ciúmes, dão os mesmos presentes aos filhos, vestem-nos da mesma maneira, falam com as mesmas palavras, levam-nos aos mesmos acampamentos, etc.         
A uniformidade acaba por ser injusta; nada diminui o desejo de exclusividade da criança.
Aprender a compartilhar é um processo longo que parte do reconhecimento de que os ciúmes são inevitáveis e devem ser enfrentados de frente.
2. Evitar comparações
Um filho não é igual ao outro, nem podem ser comparados. Cada um é diferente, único, especial e isso é o que temos de ressaltar. Convêm explicitar as características que os tornam especiais abertamente.
Ajudá-los a compreender as diferenças de idade e sexo é útil para solucionar a situação. Alguns manifestam o seu mal-estar: “Você não gosta mais de mim”, “A mim, você não pega no colo”, “Eu também quero chupeta” ou perguntam se é possível devolver o bebê para o hospital.
Nestas ocasiões, deve-se evitar dar demasiadas explicações. Deste modo, em vez de dizer: “Gostamos de todos igualmente”, é melhor dizer: “Como não vamos gostar de você, se é o nosso primeiro filho! Você é único e especial para nós; somos muito felizes porque você é nosso filho!”
Amar cada filho de forma diferente porque cada um é especial e único: não se deve esconder esse fato. A chave está na qualidade, não na igualdade. A “igualdade” acaba sendo injusta. É legítimo que o mais velho tenha alguns privilégios que dependam da idade. Se a nossa conduta é clara e transparente, evitará medos desnecessários.  


3. Ajude-o a verbalizar os seus sentimentos
A possibilidade de verbalizar os sentimentos, com palavras e com desenhos, ajuda-os a eliminar sentimentos negativos. É preciso escutá-los sem recriminar seus sentimentos, reservando para eles um espaço exclusivo de confidências e carinhos. Pode ser no momento de dormir, por exemplo.
Nossa posição deve ser a de observá-los com olhos compreensivos: é melhor que o seu desgosto seja manifestado de forma simbólica, desenhando ou projetando-o sobre um brinquedo; que não seja guardado e o reprima. Depois, pode ser dito: “Da próxima vez que você se irritar com o seu irmão, conte para mim. Mamãe vai escutar você.”
Maria Luisa Ferrerós, autora dos libros "Sí, mamá" e "Pórtate bien")

FICA A DICA GALERA 

BJOS DRI APARECIDA 

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

UM PEDIDO DE PERDÃO


Como toda  criança filha única eu era mimada chata egoísta queria tudo pra mim não me importava com nada e nem com ninguém mais quando tinha 9 anos recebi a noticia que todo filho único teme em recebe "EU IA GANHAR UM IRMÃOZINHO " durante a gravidez da minha mãe eu me armei os novo meses pra receber o intruso é gente era assim que eu via o bebê como um intruso , ainda mais quando ele nasceu e veio um menino era tudo que meu pai queria um menino ai veio o CIUME , A ANGUSTIA E A FALTA DE ATENÇÃO , nem era culpa dos meus pais até porque eles tinham que dar mais atenção ao bebê, mais  pra mim ele estava tomando meu lugar e aquilo era inaceitável , então o meu livro fala disso da minha relação com meu irmão da minha complicada relação com meu irmão , das brigas dos medos no livro vocês também  vão  encontra depoimento de pessoas e famílias que passaram pelo mesmo problema  o livro e contado de um forma divertida que vai consegui prender sua atenção , obrigado por me permitirem compartilha essa minha história com vocês esse meu pedido de perdão a uma pessoa que amo tanto que é o meu irmão

Grandes Beijos Dri Aparecida